Estudos do Pensamento Contemporâneo: download

O grupo da colega Agatha enviou o seu fichamento para a aula que será apresentada no próximo dia 16 de Setembro.

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TERCEIRO-MUNDO-HOBSBAWN

Estudos do Pensamento Contemporâneo: Resumo de aula 02/Setembro/2014 – Inclui Vídeo de Boaventura e Leonardo Boff

Nesta aula trabalhamos o tema de que a utopia de Marx é necessária, o operário toma o poder para reestruturar a sociedade.

Boaventura relata que a utopia se alterou com a ascensão do socialismo, o proletariado não se elevou como classe.

Boaventura – pós Marx: condicional: se estivesse naquela época, faria como Marx?

- Boaventura não se vê como pensador de vanguarda, pensa o tempo presente; analisa o marxismo e o modo (utopia) não se concretizou.

- Nega os movimentos sociais;

- Feminismo;

- Questão ambiental;

Questão de base econômica, não se dá apenas na relação capital e trabalho.

Weber e Durkheim: analisam a sociedade e não propõe alterações (mudanças) na sociedade (realidade).

- Não se propõe à utopia.

- Marx é um visionário.

Socialismo – ainda existe na utopia.

- pós queda do muro, o MPC se consolidou globalmente.

- contribuição de Marx traz a utopia, todo socialismo é utópico, ou não é socialismo.

Metodologia: uso/escolha de um método – suporte metodológico.

Boaventura – analisa Marx à luz do tempo presente.

- estuda as contribuições de Marx;

- realidade e contexto atual;

- genocídio (negro, indígena entre outros…);

- demanda por terras;

- América latina/Africa.

Erro da ciência moderna:

- não perceber a finitude dos recursos naturais;

- usufruto como mercadoria no MPC;

- crítica com outras dimensões;

- apenas no caos (atualidade) percebe-se como finito;

- MPC deverá reinventar a matéria-prima – exemplo: transgênicos; construir matéria e gerar lucro.

Pós modernidade – nome provisório usado por Boaventura – algo que está por vir.

Toda a ciência do século XX foi usada para o progresso do desenvolvimento.

- Caso não haja (se), estaríamos em âmbito rural (sociedade).

- alimenta o capitalismo –>> MPC –>> Modernidade.

Natureza – recursos em função do capitalismo.

Modernidade está intimamente ligada ao capitalismo nas relações capital e trabalho (contradição).

Forças produtivas – relações de produção.

- Relações sociais – impacto cultural; normas morais e jurídicas; relações sociais.

Boaventura aponta outras contradições que se desenvolvem em outras relações de domínio e poder.

Gênero – homem e mulher

Étnico – negro/indígena/branco.

Contribuições de Marx para a construção da ciência moderna.

Processo de determinação social:

- método materialismo histórico dialético – teoria social de Marx.

Bases da realidade, como entende a sociedade em base e super estrutura, composta predominantemente econômica que sustenta a superestrutura, regula/rege as relações política, jurídica e cultural.

Boaventura diz que alguns pensadores marxistas, em algum tempo histórico foram deterministas em que as relações econômicas constroem as relações de produção.

Classe ou luta de classes para Marx:

- transformação da realidade;

- homem e mulher são vistos como potencial transformador da sociedade;

- proletariado.

- Determinismo social.

Para Boaventura, há algo além, pois homens e mulheres sofrem outras violações em outras vertentes.

Com o fim da luta de classes ou alcançar a equidade, ainda assim a heteronormatividade permanecerá.

Cultura, homoafetividade não seria vista como direito com a equidade de classes, pois esta luta transcende.

- estes são aspectos pós modernos.

Ação coletiva e identidade:

- continua o determinismo; há sujeitos políticos.

- homem e mulher constroem o proletariado.

Boaventura: pode ser construida por outras identidades, por exemplo: feminismo.

Homem e mulher podem se unir para formar outras identidades.

Para Marx, homens e mulheres formam a classe operária, capaz de transformar a sociedade.

Sociedade – dividida em classes:

- interesses antagônicos (lucro, mais valia, etc).

Vida no campo não se extinguiu, como previa Marx.

- Revolução industrial foi diferente em vários lugares do mundo.

- Brasil: coronelismo/bancada ruralista no governo.

- usada para suprir a indústria.

Boaventura: apresenta o feminismo como novas vertentes das novas contradições.

Direção da transformação social amplia o olhar para as lutas das ações coletivas:

- raça; ambiental; feminista.

Reafirma a necessidade da utopia.

- compara a necessidade como a de se alimentar.

Proposta: utopia ecológica; utopia democrática – pensa a realidade.

Nova contradição:

Ecossistema planetário finito X Acumulação de capital – tendência para o infinito.

Envolve toda alteração do pensamento coletivo, é utópico, radical, global, alteração do MPC, conhecimento científico, simbolismos, relação paradigmática de (com) a natureza. Se trata de um novo pensamento.

Utopia democrática – novo consciente politizado da população, novo consciente coletivo, nova cultura, novo indivíduo, nova identificação coletiva.

Não tem sujeito histórico privilegiado.

Novos movimentos sociais (Boaventura) – cidadão com nova consciência.

Vídeo – Boaventura – Leonardo Boff

Estudos do Pensamento Contemporâneo: Resumo de aula 26/Agosto/2014

Nesta aula trabalhamos o texto: Tudo o que é sólido se desfaz no ar: o marxismo também? Boaventura sob os seguintes aspectos:

- quebra de paradigmas

- marxismo em voga

Marx não responde às demandas mais atuais, propõe novas alternativas e amplia os horizontes para novas metodologias de interpretação da sociedade.

Sociedade apresenta variáveis diversas para entendimento da questão social

- novas expressões

- fenômenos históricos

- inicia no processo capitalista.

Marx estudou as relações entre capital e trabalho

- propõe sua utopia

- causa impacto nas relações sociais.

- propõe novas formas de pensar (para o seu contexto)

Outras formas de poder também são outras formas de opressão.

Solidez – transição entre novas formas de civilização.

- feudalismo —>> capitalismo

- Revolução burguesa / Revolução Francesa / Revolução industrial.

Há um declínio das forças produtivas (classe trabalhadora).

Normas – dissolve-se no ar.

Boaventura estudou a década de 1990, novas demandas sociais que na época de Marx não foram analisadas.

Movimentos sociais também se reconfigura com o passar dos tempos.

Contextualização – panorama da sociedade e realiza uma análise crítica.

Conceito de modernidade para Boaventura.

Ver página 23 onde diz “… a radicalidade do capitalismo residia…

- processo civilizatório

Capitalismo não é apenas um modo de produção mas sim um modo de conduzir a vida.

- é devastador

- implica em sistema de valores globais

- impacta diretamente nas relações sociais.

Para Boaventura: Modernidade é o período entre o nascimento da revolução industrial e a década de 1990 (século XX) e aponta que após 1990 estamos em um momento pós-moderno.

- Capitalismo se transforma, modernidade é incompleta.

- com avanço das ciências e outras áreas foi oprimido pelo capitalismo, ou seja, o MPC não permite igualdade completa, nem tampouco a utópica equidade.

Contradição:

- Valores impostos pelo capitalismo versus teoria que mostra tal incompletude.

Solidez – Capitalismo e socialismo são as bases para a modernidade.

Para Marx – luta de solidez, movimentos são constituídos por trabalhadores e a luta de classes está configurada.

Contexto – 1890 – 1920:

- Escolas marxistas; pensadores austro-marxistas; aplicação teoria e prática; teorias sociais (Weber) surgem como a sociologia; debates sobre as origens do capitalismo.

- Epistemologia é a segunda cisão neste processo.

Contexto – 1930 – 1940:

- Período sombrio para o marxismo; capitalismo imperialista (fascista); há confrontos diretos.

- Balança da construção da sociedade se reduz à: quanto MAIS FORTE o capitalismo MAIS FRACO se torna o marxismo.

Veja o quadro dos grupos para apresentação dos seminários de trabalhos sobre Eric Hobsbawn – Era dos Extremos.

Dia 16 de Setembro

Grupo 1 – Revolução social

Grupo 2 – Revolução cultural

Grupo 3 – O terceiro mundo

Dia 23 de Setembro

Grupo 4 – “Socialismo real”

Grupo 5 – As décadas de crise

Grupo 6 – Fim do socialismo

Dia 30 de Setembro

Grupo 7 – Morre a vanguarda: as artes após 1950

Grupo 8 – Feiticeiros e aprendizes: as ciências naturais

Grupo 9 – Fumo ao milênio

 

Questão Social e Terceiro Setor: download

A professora enviou os arquivos que trabalhou durante as semanas anteriores.

Caso o download não iniciar automaticamente, utilizem o recurso de selecionar o link com o botão direito do mouse e selecione a opção “salvar destino como…” ou opções similares em seu navegador.

São três arquivos ao todo e seguem seus respectivos links abaixo:

ADM-PUBLICA-BUROCRATICA

GESTAO-SOCIAL

QUESTAO-SOCIAL

Estudos do Pensamento Contemporâneo: Resumo de aula 12/Agosto/2014

Contexto histórico – queda do muro de Berlim, “derrota” do socialismo e “prosperidade” do capitalismo.

- Marca da era da modernidade para alguns autores.

- Para outros se trata de uma readequação da época.

- Trânsito de eras: pós colonialismo e pós modernidade.

Capitalismo se dá pela dominação de poder e por esta razão alguns autores defendem que não há pós modernidade.

Para autores mais novos o momento atual é a pós modernidade.

Capitalismo – questão social  reconfigura-se suas expressões, mas a questão social prevalece.

5 DESAFIOS À IMAGINAÇÃO SOCIOLÓGICA

Autor recorre à filosofia para compreender a sociedade.

Estudiosos das ciências humanas, seu interesse se deu na teoria do conhecimento.

- sociologia não dá suporte para responder à sociedade e suas complexidades e suas esferas com as novas sondagens a partir do contexto da globalização.

- correlação com o serviço social: sobre as respostas das novas expressões da questão social bem como suas novas demandas em uma exploração já clássica do capitalismo.

Autor não aprofunda as situações/casos em seu texto.

Boaventura faz um panorama sobre a questão social e a sociedade na década de 1990.

Marca do autor: sociologia da emergência, teoriza o momento em que vive.

Produção de conhecimento, para Boaventura deve-se incorporar os autores “marginalizados” desde o hip hop, gênero, etnia, movimentos sociais, periferias, etc para entender o momento.

- Boaventura realiza um estudo da ciência (epistemologia) e para entender a atualidade deve utilizar estes recursos.

A ciência moderna serve para entender a realidade.

Estuda-se a sociedade para melhor atuar.

Os desafios da atualidade se tornam perplexidades:

- sociologia, o que se propõe em ação…

- desafios para o pesquisador da atualidade, este também é protagonista do momento, está inserido no contexto.

Boaventura – em trânsito com suas teorias entre modernidade e pós modernidade.

O pesquisador se transforma em suas pesquisas por ser sujeito dela.

Desafio: não há guias e a distância crítica é próxima.

Intenção do autor é a mudança de paradigma na construção de conhecimento.

- sociedade atual vive expressões da questão social que nomeia como perplexidades.

- Transnacionalidade – grandes e mega empresas ditam as regras para os países, sendo que no século XX o momento era fragmentado em cada nação.

- conceito de sujeito do mundo. Boaventura propõe abrir o olhar para outras áreas do conhecimento.

Produção de conhecimento nasce da luta e dos movimentos sociais, periferias entre outros rompimentos de paradigmas.

Tempo – momento histórico – categoria passível de pensar.

- usado para sistematizar o processo de conhecimento científico.

- cada local tem o seu momento histórico.

Autor: década de 1980 – problemáticas esta década podem não haver antes ou depois.

Características da modernidade

- autores trazem algumas pontuações.

- Boaventura – modernidade – uso do tempo.

Capitalismo – liberalismo

- Histórico

- Diminui o tempo.

Século XIX – velocidade é necessária para a produção.

Atualidade – Aplicativos como What’s Up e sua emergencialidade interligam grupos.

- Para Boaventura é algo hiper real.

Pós modernidade – o tempo é encurtado com o emprego de novas tecnologias.

Autor – anos 1980:

- Destaca eixo norte-sul do planeta

- Economicamente – década perdida à esquecer para alguns sociólogos

- Sociologia entende em várias frentes

- Economia, década traumática, dívidas, mortalidade, inflação, etc.

- Outra vertente da sociologia – preocupação com o social e seus movimentos.

Pesquisador social —>> sujeito

Afetar <<—>> Ser afetado

Autor aprofunda os estudos no eixo norte-sul do planeta em escala macro.

PERPLEXIDADES PARA BOAVENTURA

Perplexidade produtiva, opção do autor.

Indica que houve um certo desconforto do autor e uma inquietude frente ao tema.

- Produzir o conhecimento a partir da inquietação frente às situações.

Perplexidade:

1 – crive econômica, é real, teoria não dá suporte para entendimento e autor questiona o rompimento com as teorias. Imagina se o radicalismo pode superá-la.

2 – internacionalização – globalização, Estado mínimo frente à regulamentação da economia.

- neoliberalismo;

- Estado – direciona ações para a sociedade civil;

Economia e política são transnacionais.

Auguns autores do ramo da Sociologia defende o Estado forte.

Estudos do Pensamento Contemporâneo: Resumo de aula 05/Agosto/2014

A disciplina estuda os aspectos da atualidade, ciências moderas, tem por eixo central a modernidade e pós-modernidade.

Para alguns autores, não há pós modernidade (geralmente mais conservadores).

Conceito surge a partir da década de 1970 e consolida a partir dos anos 1990.

Capitalismo nos países periféricos se dá por colonialismo.

Conceito de modernidade e pós modernidade na sociologia: Revolução industrial marca o início da modernidade no século XIX.

Teremos por autores de referência Boaventura e Hobsbawn.

Boaventura estuda os países periféricos e conhecimentos periféricos.

A produção de conhecimento clássico não abrange áreas como movimentos sociais, questão social e outros aspectos.

Humanista: produção de conhecimento diferenciado está em processo, atual e moderno, ainda em construção.

Nos países colonizados a população ainda tem consciência de colônia e busca nas antigas metrópoles suas referências.

- mundo moderno – sinônimo e entendimento do continente europeu.

- Mundo – África é entendida como algo exótico, fora do roteiro cultural.

 

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